domingo, 4 de março de 2018

Como funciona o estudo de caso em concursos públicos?



Editais de diversos concursos públicos propõem provas discursivas como uma das etapas de avaliação. Entre as modalidades desse tipo de cobrança do conteúdo programático está o estudo de caso, temido pelos concurseiros. As seleções para cargos de nível superior, sobretudo as de tribunais, têm o costume de cobrar estudos de caso. Mas, afinal, no que consiste esse tipo de avaliação?

O estudo de caso ocorre quando a banca do concurso solicita que o participante escreva um texto no qual demonstre conhecimento dos temas do edital, através da análise de uma situação hipotética. No geral, é uma maneira de avaliar se o concorrente consegue aplicar teoria a um caso concreto.

Diferenças entre o estudo de caso e a dissertação

Diferente das provas que exigem a construção de um texto dissertativo, os estudos de caso requerem que o candidato saiba, a partir dos elementos apresentados, discorrer sobre determinado tema.

O ponto chave dos estudos de caso é a exposição de conhecimento e a proposição de uma solução para o problema que foi exposto, além de apresentar os conceitos e teorias relacionados à situação. No entanto, não se deve elaborar uma tese para defesa, como nas dissertações.

Candidatos podem ser avaliados por estudo de casos em diversos concursos.


Os estudos de caso são corrigidos por um professor de Português, que avalia as regras de ortografia e gramática, e um professor de Direito, que analisa se o candidato aplicou o conteúdo, de maneira correta, à proposta.

Estudo de caso exige objetividade do candidato

Para a professora Vivian Barros, especialista em provas discursivas para concursos, o estudo de caso exige objetividade. O candidato deve ir direto ao ponto. "Esqueça a ideia de uma introdução bem elaborada, o importante é que você comece a responder efetivamente o que foi proposto", orienta.

Para a coach Deborah Cal, esse tipo de avaliação exige conhecimento da matéria aplicado a um caso concreto. Para ela, a proposta trará uma "história" e pedirá a aplicação de um princípio àquela situação.

Deborah acredita que a melhor forma de estudar para esse método de avaliação é através de provas anteriores. "A dica é que o concorrente separe uma hora do dia para estudar o tema proposto por um estudo de caso, por exemplo, improbidade administrativa. Depois, ele deve escrever sobre o assunto", comenta a coach.

Em outro dia, o candidato deve comparar o que escreveu com a bibliografia que estudou para perceber se colocou todos os pontos que eram necessários ser abordados naquele assunto.

"Caso não tenha escrito todos os pontos, reescreva o estudo de caso, mesmo que com consulta. Essa é uma forma de treinar para uma resposta mais completa", assegura Deborah Cal.





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