sábado, 16 de dezembro de 2017

Temer recebe alta hospitalar em São Paulo




O presidente Michel Temer, internado no Hospital Sírio-Libanês, região central de São Paulo, desde quarta-feira (13), recebeu alta hospitalar por volta das 10h40 desta sexta-feira (15) e deixou o hospital, de helicóptero, por volta das 11h05, rumo ao aeroporto de Congonhas, na zona sul da cidade.

Segundo boletim médico, o presidente "pode voltar às suas atividades normais". De Congonhas, o peemedebista vai direto a Brasília para participar da cerimônia de posse do deputado Carlos Marun (PMDB-MS) na Secretaria de Governo, agendada para as 15h.

O presidente vinha sentindo desconforto para urinar ao longo das últimas semanas e passou por uma intervenção cirúrgica na uretra, canal por onde passa a urina, devido a problemas urológicos. Nos últimos meses, ele teve outros problemas de saúde semelhantes.

Médico diz que estendeu internação de Temer por questão de "segurança"
Por internação de Temer, posse de Carlos Marun como ministro foi adiada
Nova cirurgia urológica de Michel Temer não teve complicações

O presidente terá de usar uma sonda na uretra por um período de duas a três semanas, informou a equipe médica do peemedebista.

A previsão inicial era de que Temer tivesse alta ainda nesta quinta, mas o Palácio do Planalto ressaltou que a recuperação poderia levar até 48 horas. A equipe médica informou que a permanência do presidente no hospital foi por segurança.

O Planalto afirmou ainda que o presidente, por recomendação médica, terá de adiar a viagem que faria à Ásia em janeiro.
Histórico de problemas médicos no ano

Em 25 de outubro, mesmo dia em que o plenário da Câmara votava a segunda denúncia contra ele apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República), o presidente foi internado em um hospital militar em Brasília após dificuldades para urinar.

Na época, ele passou por sondagem vesical de alívio por vídeo. O procedimento buscava esvaziar a bexiga e consistia em inserir um fio com uma microcâmera na uretra por meio do pênis. Dois dias depois, viajou para São Paulo e passou por cirurgia de raspagem de próstata.

O cardiologista Roberto Kalil e o urologista Miguel Srougi explicaram nesta quinta-feira (14) que a internação do presidente de Temer foi esticada em um dia por questão de "segurança".

"Foi uma segurança [ficar um dia a mais]. Ele toma remédio para deixar o sangue mais fino, por causa da angioplastia. Esses remédios podem aumentar o risco de sangramento. Por coerência, ele fez esse procedimento, colocou uma sonda, mais para observar um sangramento no período pós-cirúrgico", afirmou Kalil.

"Ele poderia ter ido embora, estava super bem, mas foi um passo de segurança mesmo", complementou o médico. O presidente vai fazer uso de sonda entre duas e três semanas para impedir o fechamento da uretra. "Ele é uma pessoa saudável. Foram coisas pontuais que foram resolvidas", disse Kalil.

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