sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Concurso Polícia Federal 2018: novo diretor geral Fernando Segóvia reconhece carência de delegados



O concurso Polícia Federal 2018 está na lista de prioridades do novo diretor-geral da corporação, Fernando Segóvia.

Em entrevista coletiva na última terça-feira, Segóvia reconheceu a carência de delegados na PF e revelou que há investigações paradas na Operação Lava Jato por falta de pessoal.

"Foi detectado que uma falta de contingente da PF tem deixado uma velocidade de produção um pouco menor do que talvez fosse o necessário", admitiu o novo diretor-geral, informando que pretende ampliar o quadro de pessoal da Polícia Federal.

"Houve até uma reclamação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) de que algumas investigações nossas da PF junto ao Supremo estavam quase que paradas. Então, há uma necessidade hoje de ampliação no número de delegados para que as investigações tenham uma velocidade melhor“, completou Segóvia, que deseja reforçar as investigações da Operação Lava Jato.

A ampliação do quadro de delegados da PF só é possível por meio de novo concurso público, já que a última seleção para o cargo teve o prazo de validade expirado em setembro de 2014. O novo concurso para delegado da Polícia Federal já foi autorizado na corporação, que tem autonomia para realizar seleções.

A PF precisa, porém, de atesto orçamentário do Ministério do Planejamento para isso. A solicitação de verba orçamentária para o concurso de delegado da PF já tramita na pasta. O último avanço aconteceu em maio, quando o processo foi recebido na Divisão de Concursos Públicos. A PF pede atesto para abrir 491 vagas de delegado.

O cargo é destinado a graduados em Direito, com três anos de experiência em atividade jurídica ou policial. É exigida ainda carteira de habilitação. A remuneração é de R$22.102,37.

PF também pede concurso para agente, perito e escrivão

A Polícia Federal também pede concurso para 600 vagas de agente, 600 de escrivão e 67 de perito, totalizando 1.758 vagas. Os cargos de agente e escrivão são destinados a quem possui ensino superior completo em qualquer área, além de carteira de habilitação, na categoria B ou superior. As remunerações oferecidas para ambos são de R$11.897,86. Para perito é exigida formação superior em áreas específicas. Os ganhos iniciais são de R$22.102,37.

O pedido de verba para o concurso de perito tramita junto com o de delegado, estando, portanto, desde maio na Divisão de Concursos do Planejamento. A solicitação para o cargo de agente teve avanço no último dia 17 de outubro, estando também na Divisão de Concursos. O pedido de atesto envolvendo o cargo de escrivão parece mais adiantado, já que encontra-se no gabinete do secretário de Gestão de Pessoas do Planejamento, Augusto Akira Chiba.




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