terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Andrés diz que Tite poderia estar hoje no São Caetano e prevê São Paulo rebaixado em 3 anos



Candidato favorito a ganhar a eleição presidencial no Corinthians, em fevereiro, Andrés Sánchez tem uma certeza: se tivesse optado por demitir Tite em 2011, ele não estaria no comando da seleção brasileira atualmente.

Em entrevista ao Blog do Nicola, o deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT) foi mais além e afirmou que o treinador estaria hoje num clube pequeno do estado de São Paulo após a perda da Copa Libertadores ainda em sua fase preliminar para o Deportes Tolima, da Colômbia.

"Acho que ele estaria no São Caetano (risos). Certeza a gente não tem de nada no futebol, mas, certamente, se ele tivesse sido demitido, a vida dele seria mais difícil. Agora para esclarecer: eu não o mandei embora porque ele não tinha culpa. A responsabilidade era minha e dos jogadores", afirmou.

O futuro presidenciável corintiano ainda aproveitou para negar que seu alto valor de multa rescisória fosse um dos empecilhos que impediram a queda de Tite à oportunidade.

"Nada. Seria uma grande injustiça, como já havia ocorrido em 2005. O que eu sei é que o Tite não é tão genial quanto alguns acham e não é tão ruim quanto diziam lá atrás. A certeza é de que ele é muito melhor como ser humano do que como treinador", comentou.

E, como de costume, Andrés não limitou-se a falar apenas do Corinthians. Para ele, a grande surpresa do Campeonato Brasileiro de 2017 foi o arquirrival São Paulo, que brigou até as últimas rodadas para se livrar de vez do perigo de rebaixamento. Ele ainda afirma ter maus presságios do próximo triênio tricolor.

"Não era para um time como o São Paulo chegar nessa condição. E pode apostar: vem coisa pior nos próximos três anos. Acho muito provável que o São Paulo seja rebaixado (para a Série B) nesses três anos", previu.

Sanchez também fez duras críticas ao atual sistema classificatório para a Libertadores. Segundo ele, essa seria sua primeira mudança caso seja eleito presidente do Corinthians.

"Esse regulamento do Brasileirão em que nove clubes se classificam para a Libertadores. Isso é um absurdo. Estão querendo transformar a Libertadores em um campeonato Brasil x Argentina. Se eu virar presidente, vou batalhar por uma diminuição no número de classificados. Tem que ser no máximo cinco", opinou.

E engana-se quem pensa que, para Andrés, a "Liberta" será a principal competição do "Timão" no ano. "Se eu for presidente, a Libertadores não vai ser obsessão. A prioridade vai ser ganhar Copa do Brasil e Brasileiro", disse.

Nas eleições corintianas, que ocorrerão em 3 de fevereiro de 2018, um sábado, serão escolhidos o novo presidente e seus dois vices, assim como os 200 novos conselheiros trienais e seus 50 suplentes. Além de Andrés, concorrerão no pleito os candidatos Romeu Tuma Júnior, Antônio Roque Citadini e Felipe Ezabella.





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