quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Massa revela que aposentadoria da F1 se deu por decisão da Williams



Às vésperas de disputar seu último GP do Brasil como piloto da F1, Felipe Massa revelou, em entrevista concedida ao programa ‘Bem, Amigos’, capitaneado por Galvão Bueno no canal SporTV, que sua aposentadoria se deu mesmo por decisão da Williams. Na última segunda-feira (6), o paulista de 36 anos contou que a equipe enfrenta problemas financeiros e sinalizou que tal cenário foi determinante para sua saída do time e, por consequência, da F1.

Sabe-se, segundo informa a revista alemã ‘Auto Motor und Sport’, que a Williams vai perder dois patrocinadores no ano que vem: a Randstad — empresa global de soluções de recursos humanos — e a Avanade, atuante em tecnologia da informação. Em contrapartida, Massa recebe cerca de € 6 milhões (R$ 22,6 milhões na cotação atual) no seu atual contrato.

Massa contou que a reunião que selou seu destino na F1 aconteceu dias antes do anúncio oficial, feita no último sábado. “Tive uma conversa com minha equipe, que sinalizou tempo atrás que a situação financeira era muito complicada. E eu queria saber se o caminho dela era comigo ou não. A gente teve uma reunião esses dias e ela me informou que o caminho é outro”, declarou.

Contudo, o sentimento de Massa com o trabalho feito ao longo da temporada é de satisfação. “Estou super satisfeito com o jeito que eu guiei este ano. Poderia estar fazendo outro campeonato, sim, porque eu me diverti bastante este ano”, salientou.

Quando questionado se teria vontade de continuar na F1, Massa foi taxativo. “Por mais um ano, eu teria. Estou me sentindo bem fisicamente, estou guiando bem pelo carro que a gente tem.”

Felipe destacou o trabalho feito no desenvolvimento do novo carro, capitaneado por Paddy Lowe e Dirk de Beer, e acredita que o sucessor do FW40 tende a ser bem melhor. Daí, dentre tantos outros fatores, residia sua vontade de continuar na F1.

“Tenho uma informação dentro da equipe sobre o carro do ano que vem. Não vai ser um carro para ganhar o campeonato, mas pode ter evolução em relação aos dois últimos anos, que não eram carros competitivos. Por isso também tinha a vontade de continuar, quem sabe para ter um carro melhor. Mas isso não vai acontecer”, disse,


Ao falar sobre sua situação no campeonato, Massa reiterou que a pontuação na tabela não reflete a realidade e citou os azares que marcaram sua jornada no Mundial deste ano. “Tive falta de sorte em algumas provas, nas quais perdi muitos pontos. Tive até a possibilidade de vencer em Baku, mas o carro quebrou”, relembrou. Felipe soma 36 pontos e é o 11º no Mundial, quatro pontos atrás do companheiro de equipe, Lance Stroll.

Massa também deixou claro, uma vez mais, que não se arrepende de ter voltado ao grid após ter anunciado sua aposentadoria no ano passado. E que deixa a F1 com o sentimento de dever cumprido. “Para voltar, conversei com a minha família, com amigos. Na verdade, segui meu coração. Eu gosto de fazer isso. Me diverti bastante este ano, encerro feliz. Foi legal guiar um carro com tanta aerodinâmica”, afirmou o piloto de respeitável carreira no esporte: 267 GPs, 11 vitórias, 16 poles, 41 pódios e o vice-campeonato de 2008 como seu melhor resultado na F1.





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