sábado, 18 de novembro de 2017

Falta trabalho para 26,8 milhões de pessoas no Brasil



Faltou trabalho para 26,8 milhões de pessoas no terceiro trimestre do ano — resultado estável em relação ao trimestre anterior. Essa é a chamada taxa composta da subutilização da força de trabalho, que agrega os desempregados, os subocupados por insuficiência de horas e os que fazem parte da força de trabalho potencial. Com isso, a taxa de subutilização da força, que reflete o percentual dos brasileiros para quem falta trabalho, ficou em 23,9%, também estável em relação ao segundo trimestre do ano (23,8%). No primeiro trimestre, eram 26,5 milhões de pessoas nessas condições. No entanto, houve alta da taxa em relação ao ano anterior. No terceiro trimestre de 2016 ela estava em 21,2%. Os dados foram divulgados pelo IBGE na manhã desta sexta-feira.

Ainda de acordo com os dados da pesquisa Pnad Contínua, no Brasil, no 3º trimestre de 2017, 38,2% das pessoas em idade de trabalhar foram classificadas como fora da força de trabalho (64,5 milhões), ou seja, aquelas que não estavam ocupadas nem desocupadas na semana de referência da pesquisa.

No trimestre encerrado em setembro, a taxa de desemprego recuou para 12,4%. Em agosto, o indicador havia ficado em 12,6%. Ao todo, são 13 milhões de desempregados. Assim como tem ocorrido em meses anteriores, a melhora do mercado de trabalho no terceiro trimestre foi puxada pelo setor informal.

A Região Nordeste foi a que apresentou a maior parcela de pessoas fora da força de trabalho, 45,3%. As Regiões Sudeste (35,1%), Sul (35,5%) e Centro-Oeste (34,3%) tiveram os menores percentuais.

A população fora da força de trabalho era composta em sua maioria por mulheres. No 3º trimestre de 2017, elas representavam 65,1%, mantendo a tendência da série histórica disponível da pesquisa, iniciada em 2012.

No 3º trimestre de 2017, os pardos eram maioria na população fora da força (48%), seguidos pelos brancos (43,2%) e pelos pretos (7,9%). Frente a 2012, foi observada a tendência de queda da proporção de pessoas declaradas brancas, e aumento das pretas e pardas.

NO RIO, TAXA CHEGA A 14,5%

O instituto também divulgou os dados regionais do desemprego para as grandes regiões e estados. No 3º trimestre de 2017, a taxa de desocupação no Brasil foi estimada em 12,4%. A Região Nordeste registrou a maior taxa, de 14,8%, enquanto a Região Sul teve a menor, 9,7%.

Entre as 27 unidades da federação, a maior taxa foi registrada em Pernambuco, 17,9%, e a menor em Santa Catarina, 6,7%. No Rio de Janeiro , 14,5% da força de trabalho estava desempregada no terceiro trimestre do ano.





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